Fundação Clovis Salgado

Tecnologia amplia os horizontes da Fundação Clóvis Salgado

Expressa por meio da dança, teatro, artes plásticas, entre tantas outras formas, a arte mostra seu vigor em qualquer tempo. Até mesmo nos momentos mais difíceis da humanidade, ela evidencia seu valor para enriquecimento cultural, expressão de sentimentos e resistência.

Foi exatamente isso que aconteceu este ano, quando o mundo viu surgir, atônito, a pandemia da Covid-19. A doença limitou uma série de atividades na área, mas não impediu a força do ser humano de se expressar, de aprender e ensinar a arte, mesmo diante dos desafios. 

Nesse aspecto, a tecnologia teve um papel fundamental. Isso é o que mostra o Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), da Fundação Clóvis Salgado (FCS), um dos grandes exemplos dessa realidade. 

A suspensão das atividades presenciais no local, por conta das medidas de isolamento social, ocorreu em 18 de março de 2020, pouco tempo após o primeiro semestre letivo ter tido início, em fevereiro. Era preciso encontrar uma saída capaz de suprir todas as necessidades, sem prejuízos de qualquer natureza. 

Foi aí que a instituição, que já era cliente da AIX desde 2018 com o sistema de gestão acadêmico, passou a contar com mais uma ferramenta criada pela empresa, o Cefart Virtual, uma plataforma de aulas remotas. 

Claudia Fonseca

Claudia Fonseca – Orientadora educacional

 

 

“O desafio foi enorme, pois foi uma ‘virada de chave’ inesperada para todos nós. O Cefart Virtual ajudou na continuidade de nossas atividades, uma vez que o ambiente oferece não somente cursos básicos, mas também profissionalizantes (que atribuem diploma aos alunos). Um grande ganho que não pode deixar de ser mencionado foi a continuidade dos vínculos entre os alunos e professores e entre esses e a escola”, relata a orientadora educacional da instituição, Cláudia Fonseca.

 

 

 

Todas essas vantagens, conforme relata Cláudia Fonseca, estão aliadas, ainda, à facilidade de utilização dos recursos implementados. O Cefart Virtual utiliza a plataforma Moodle, que, segundo a orientadora educacional, é de fácil manuseio, com uma série de recursos que podem ajudar a comunidade escolar. 

Esse auxílio, aliás, começa logo na matrícula, que passou a ser realizada de forma online, com a utilização de ferramentas da AIX. O secretário escolar Felippe Werneck explica que, na prática, “os discentes realizam o processo de matrícula na plataforma e a Secretaria Escolar já faz a operação de liberação das turmas dentro do sistema acadêmico. Em seguida, o corpo docente acompanha aulas, frequência, conteúdo e avaliação”. Ele salienta que tudo é feito dentro do Moodle, o que possibilita que professores e alunos fiquem remotos.

O uso desses recursos, destaca Werneck, aponta, inclusive, para o preparo de uma nova realidade que o mundo vê nascer. “A sincronização entre o sistema acadêmico e o Moodle é uma conquista tecnológica muito importante para qualquer instituição que esteja se preparando para o futuro, ou seja, para a prática da educação 5.0, que é marcada pelas metodologias ativas, tecnologias disruptivas e inovação curricular”, salienta ele. 

Novas ideias, sonhos e descobertas 

Mais do que auxiliar o dia a dia da instituição, a tecnologia implementada pela AIX na Fundação Clóvis Salgado também tem sido uma espécie de impulso para novas abordagens e ações. 

Conforme ressalta Cláudia Fonseca, na medida em que os recursos são descobertos, as ideias também vão surgindo.As escolas de Tecnologia da Cena e de Dança, por exemplo, realizaram seminários e outras atividades utilizando a plataforma Moodle”, relata ela. 

Mas não é só isso: sonhos antigos passaram a se tornar reais. “Atingimos, por meio dos cursos de extensão e complementares, mais de 10 mil pessoas em 2020. Este é um sonho antigo e um compromisso social da escola, que agora está se realizando”, conta a orientadora educacional. 

Dessa forma, agora, a arte propagada pela instituição pode ir mais longe.Os cursos de extensão e complementares, além das lives nas redes sociais, são possibilidades de levar o conhecimento e a reflexão artística para todo o estado de Minas Gerais (público-alvo da escola), mas também para qualquer local onde alguém se interesse pela arte”, diz Werneck.